sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Convite para defesa de mestrado de Josie Pereira da Mota


Convido os interessados no tema "Saúde Mental" e "Políticas Públicas" a assistirem a defesa de dissertação de mestrado que realizou, a partir de uma perspectiva crítica, a análise da política pública de saúde mental entre 2007 e 2010 e suas repercussões atuais. Abaixo, as informações:



UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO



JOSIE PEREIRA DA MOTA

  
SAÚDE MENTAL: a roda viva da política pública do estado do Pará

Banca examinadora:

Profª Drª Adriana Azevedo Mathis
Orientadora – NAEA/UFPA.

Profº Dr. Saint-Clair Cordeiro da Trindade Júnior
Examinador – NAEA/UFPA

Prof Dr Reinaldo Nobre Pontes
Examinadora externa – ICSA/UFPA

DATA: 14/09/12 (SEXTA-FEIRA)

HORÁRIO: 9H

LOCAL: MINIAUDITÓRIO DO NAEA / UFPA

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ainda Bem



Ainda Bem
Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto
De amar, de amar

Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte

Ainda bem
Que você vive comigo
Porque senão
Como seria esta vida?
Sei lá, sei lá...
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que me mandam são fato
Do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não dariam
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu uma parte
Seria o acaso e não sorte

Neste mundo de tantos anos
Entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor

Entre tantos outros
Entre tantos anos
Que sorte a nossa, hein?

Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois
Esse amor.

(Vanessa da Mata)

A Outra


A Outra


Paz, eu quero paz
Já me cansei de ser a última a saber de ti
Se todo mundo sabe quem te faz
chegar mais tarde
Eu já cansei de imaginar você com ela
Diz pra mim
se vale a pena, amor
A gente ria tanto desses nossos desencontros
Mas você passou do ponto
e agora eu já não sei mais...

Eu quero paz
Quero dançar com outro par
pra variar, amor
Não dá mais pra fingir que ainda não vi
As cicatrizes que ela fez
Se desta vez
ela é senhora deste amor
Pois vá embora, por favor
Que não demora pra essa dor
sangrar.

(Los Hermanos)

terça-feira, 17 de julho de 2012

Dueto com meu amor

Qual é a explicação pra um momento em que duas pessoas resolvem se falar pela primeira vez que se amam profundamente, com o coração transbordando de euforia, medo e expectativas e na rádio do carro começa a tocar uma música que fala exatamente o que se passa ali? Foi o que aconteceu no início do meu relacionamento com o @Piugibson, antes de DECIDIRMOS ter a Manuela, antes ainda de passarmos a morar juntos, quando eu ainda nem tinha chegado às 1.000 tuitadas (hoje 28.025). Rssss...
E não era qualquer música, e não era qualquer um...era Chico e Nara Leão, cantando um dueto lindo e profundo, como é o nosso amor, que sobrevive a muitas dificuldades e se fortalece a cada provação. Estamos amadurecendo juntos, estamos aprendendo que ninguém é perfeito, mas que também não dá pra aguentar tanta imperfeição...
O dia a dia de um relacionamento de verdade, quando há entrega das duas partes não é fácil porque os valores e as histórias de vida são diferentes, mas uma coisa que aprendi é que é importante não julgar os outros somente de acordo os seus valores. Na verdade, julgar o outro já é uma coisa complicada...estou aqui usando o meu exemplo, mas o que falo é o que penso de todos os relacionamentos. Cabe encontrar o equilíbrio entre o que vale a pena ceder para estar com o outro sem deixar de ser você mesmo. Às vezes o outro machuca a gente, às vezes é a gente que machuca o outro, conseguir um dueto como o de Nara e Chico é coisa difícil e construída no cotidiano...sem esquecer um espaço para o que não tem explicação.




Dueto

Consta nos astros, nos signos, nos búzios
Eu li num anúncio, eu vi no espelho, tá lá no evangelho, garantem os orixás
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta nos autos, nas bulas, nos dogmas
Eu fiz uma tese, eu li num tratado, está computado nos dados oficiais
Serás o meu amor, serás a minha paz
Mas se a ciência provar o contrário, e se o calendário nos contrariar
Mas se o destino insistir em nos separar
Danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas
Os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos
Profetas, sinopses, espelhos, conselhos
Se dane o evangelho e todos os orixás
Serás o meu amor, serás, amor, a minha paz
Consta na pauta, no Karma, na carne, passou na novela
Está no seguro, pixaram no muro, mandei fazer um cartaz
Serás o meu amor, serás a minha paz
Consta nos mapas, nos lábios, nos lápis
Consta nos Ovnis, no Pravda, na Vodca

(Chico Buarque)

sábado, 14 de julho de 2012

Tempestade...


Definitivo


Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas, 
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. 

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções 
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado 
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que 
gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. 
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. 

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas 
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um 
amigo, para nadar, para namorar. 

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os 
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas 
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. 

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. 

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo 
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, 
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. 

Por que sofremos tanto por amor? 
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma 
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez 
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. 

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um 
verso: 

Se iludindo menos e vivendo mais!!! 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida 
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, 
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do 
sofrimento,perdemos também a felicidade. 

A dor é inevitável. 
O sofrimento é opcional...


(Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Deixa as músicas falarem por mim --> Meu Mundo é Hoje

Meu Mundo é Hoje

Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Meu mundo é hoje não existe amanhã pra mim
Eu sou assim, assim morrerei um dia.
Não levarei arrependimentos nem o peso da hipocrisia.
Tenho pena daqueles que se agacham até o chão
Enganando a si mesmo por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte desse enorme batalhão,
Pois sei que além de flores, nada mais vai no caixão.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.


(Paulinho da Viola)